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Francisco Souto Neto e Lúcia Helena Souto Martini escrevem a biografia do Visconde de Souto

O advogado e jornalista Francisco Souto Neto desde 2007 vem escrevendo, em coautoria com sua prima Lúcia Helena Souto Martini, que reside em Paulínia, SP, a biografia do português radicado no Brasil, António José Alves Souto, o Visconde de Souto (1813-1880), trisavô de ambos.

Além dos documentos preservados pela família, os primos viajaram ao Rio de Janeiro para aprofundar pesquisas em diversos órgãos ligados à memória do Brasil, tais como Arquivo Nacional, Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Cúria Metropolitana, Biblioteca Nacional, Real Gabinete Português de Leitura, IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IHGB – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Museu Nacional, Museu Histórico Nacional e outros. Além disso, pesquisaram mais de 600 livros que mencionam o Visconde de Souto e o episódio da falência da sua casa bancária em 1864, conhecida como “Quebra do Souto”.

Afirmam vários autores, como Pedro Calmon em sua extensa obra “História do Brasil” (volume 5, página 1731), que o Visconde de Souto foi o primeiro banqueiro particular do Brasil. Sua casa bancária, no Rio de Janeiro, era conhecida popularmente como “Casa Souto”, e era tão poderosa que competia com o Banco do Brasil, segundo vários historiadores (Joaquim Nabuco, em “Um Estadista do Império”, Antonio Mendes Júnior em “Brasil história: texto e consulta”, e outros). O Visconde de Souto foi nomeado banqueiro da Casa Imperial através do decreto nº 439, de 24.09.1857.

No dia 10 de setembro de 1864, ao falir a Casa Souto, seu passivo era igual à metade da dívida pública do Brasil. A comissão de inquérito constituída a mando do imperador D. Pedro II, após dois anos de investigações, inocentou o Visconde de Souto, e ele foi reabilitado através de decreto assinado por José de Alencar (o famoso escritor que na ocasião era Ministro da Justiça) e rubricado pelo imperador.

O Visconde de Souto pertenceu à primeira diretoria da Caixa Econômica, instituição que nasceu nos salões da sua residência no ano de 1860, onde se reuniam os diretores (segundo atas arquivadas pelo Museu da Caixa Econômica Federal em Brasília, e comentado pelo escritor contemporâneo Eduardo Bueno no livro que escreveu a respeito da CEF), foi presidente da Beneficência Portuguesa, e criador da Junta de Corretores, que deu origem à Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Sua bondade é contada por escritores como Lília Moritz Schwarcz, que no livro “Registros Escravos” revela que o Visconde de Souto comprava escravos com o objetivo de libertá-los, alforriando-os.

Sua coleção de animais vivos, nativos e também importados da Europa, África e Ásia, tornou-se o primeiro jardim zoológico do Brasil, 40 anos antes do zôo do Barão de Drummond que é geralmente citado, erroneamente, como o primeiro. Aos domingos, o Visconde de Souto abria à visitação pública, gratuitamente, a sua coleção zoológica, e isso é revelado por autores como, por exemplo, os poetas Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira, no livro que escreveram em coautoria, “Rio de Janeiro em Prosa & Verso”, capítulo “Tu passaste por este jardim”, sob o título “O jardim zoológico do Souto”. Em 1850, em sua fazenda de café na Serra da Tijuca (antes do reflorestamento que deu origem à Floresta da Tijuca), o visconde mandou construir uma capela ao lado da casa principal, hoje conhecida como “Capela Mayrink”, nome do seu último proprietário.

Francisco Souto Neto e Lúcia Helena Souto Martini pesquisaram mais de 600 livros sobre o Visconde de Souto e a “Quebra do Souto”, dentre cujos autores ressaltam Machado de Assis, Lima Barreto, José de Alencar, Sérgio Buarque de Holanda, o paranaense Wilson Martins, Afonso Arinos, Ruy Barbosa, Nelson Werneck Sodré, Artur Azevedo, Barão do Rio Branco, Visconde de Taunay… e centenas de outros igualmente importantes. É citado até mesmo pelo próprio D. Pedro II em três dos livros assinados pelo Imperador: “Diário da viagem ao Norte do Brasil”, “Viagens pelo Brasil: Bahia, Sergipe e Alagoas, 1859”, e “Diário de 1862”.

Um dos co-autores da biografia, Francisco Souto Neto, em sua casa, com seu chihuahua Paco Ramirez.

A biografia se chamará “Visconde de Souto – Ascensão e ‘Quebra’ no Rio de Janeiro Imperial”. A obra encontra-se agora na fase de revisão, e em início dos estudos que estabelecerão a sua iconografia. Além da cota que caberá aos patrocinadores, que os autores ainda não têm, pretendem que o livro seja distribuído gratuitamente a universidades, bibliotecas, pesquisadores e historiadores do Brasil e do Exterior.

21 Responses to Francisco Souto Neto e Lúcia Helena Souto Martini escrevem a biografia do Visconde de Souto

  1. Robert Jan Bowles

    8 de agosto de 2010 at 11:10

    Excelente o artigo a respeito do livro sobre o Visconde de Souto. Dá vontade que querer ler e ter, pelos detalhes e pela importância histórica.

  2. Silvia Maria Pinheiro Grumbach

    9 de agosto de 2010 at 11:07

    Tenho a enorme satisfação de conhecer Francisco Souto Neto e Lúcia Helena Souto Martini e de acompanhar, ainda que a distância, o desenvolvimento deste trabalho de resgate histórico. Lamento, profundamente, que não tenham ainda obtido patrocínio para o lançamento do livro. Sempre acreditei que não teriam a menor dificuldade em contar com o patrocínio da Caixa Economica Federal, que nasceu nos salões da residência do Visconde de Souto e que, deste modo, resgata um pouco da própria história daquela instituição. É um trabalho sério e ao mesmo tempo uma homenagem familiar a um homem de extrema dignidade e ética, valores que precisam ser resgatados no mundo de hoje. Continuarei torcendo para ver este livro editado, afinal, estou louca para lê-lo.

  3. luiz alberto p carvalho

    9 de agosto de 2010 at 11:21

    Tive o prazer de conhecer o plano dessa significativa pesquisa.
    Com certeza, tratando-se de extenso trabalho que envolve a história da organização das finanças em nosso país, deverá receber o apoio de nossas instituições bancárias.

  4. Guilherme Souto Alves

    9 de agosto de 2010 at 17:53

    Parabenizo meus queridos primos pelo brilhante trabalho que estarão concluindo em breve e convido todos a assistirem ao filme “Mauá, o Imperador e o Rei” de Sérgio Resende, um verdadeiro acervo audivisual da história político-economica brasileira do período pré-republicano que poderá enriquecer ainda mais a obra “Visconde de Souto – Ascensão e ‘Quebra’ no Rio de Janeiro Imperial”

  5. Nair de Lima Abrego

    9 de agosto de 2010 at 21:52

    Primo gostei do pouco que eu li, espero que voce tenha sucesso com o seu livro contando sobre os seus antecedentes.beijos e muito sucesso

  6. Ubiratan Ribas

    10 de agosto de 2010 at 09:26

    Parabéns aos autores, uma obra que conta com riqueza de detalhes os acontecimentos de uma época tão importante para o nosso Brasil.
    Tenho a certeza que essa obra receberá o reconhecimento que merece.
    Ao Amigo Francisco e sua prima Lúcia Helena, desejo muito sucesso nessa grande obra.

  7. João Luiz Cazarotto Pereira

    11 de agosto de 2010 at 22:07

    É com imensa alegria que parabenizo os autores pelo trabalho realizado. Apesar de conhecer Francisco Souto Neto somente através de trocas de mensagens, passei a admirá-lo pela bela história sobre seu trisavô. Particularmente, encantei-me pela descrição da “Chacará do Souto”, que ficava na região em que moro desde a minha infância e que, através dessa obra, pude conhecer a riqueza histórica do lugar em que vivo.
    Que os Deuses dos patrocínio agraciem sua obra.

  8. Wallace A. Espíndola Jr.

    18 de agosto de 2010 at 18:26

    Meu bisavô chamava-se GUILHERME JOSÉ ALVES SOUTO. Casou-se com JOANA DE SALLES SOUTO. Tiveram 10 filhos, na ordem: Guilherme, Joana, Maria, Eduardo, Risoleta, Francisca, Antônio, Clotilde, Sophia e Augusto. Minha avó SOPHIA SALLES SOUTO CARDOSO foi casada com ANTONIO MÁXIMO DE MATTOS CARDOSO e tiveram duas filhas MARIA DE LOURDES e MARIA LUIZA SOUTO CARDOSO. Sou filho primogênito de MARIA LUIZA SOUTO CARDOSO E WALLACE ARINELLI ESPÍNDOLA. Éramos sete irmãos, na ordem: WALLACE, WILLIAM (falecido), WELLINGTON, WASHINGTON, MARIA CRISTINA, MARIA LUIZA e MARIA TERESA. Tenho 62 anos.
    Mantenho contato com primas de minha mãe, ainda vivas, e com seus filhos. Também tenho acesso a netos dos irmãos de minha avó.
    Parece que há um parentesco muito distante entre nossas famílias.
    Cresci ouvindo histórias sobre o Visconde Souto , banco, quebra, amizade com D.Pedro (sua casa era o único local em que era dispensado o provador real antes das refeições), etc.

  9. Francisco Souto Neto

    19 de agosto de 2010 at 16:07

    Caríssimo Wallace!

    Iza Zilli, minha amiga de longa data, jornalista e cronista social, e que tão gentilmente divulgou o andamento do livro biográfico sobre o Visconde de Souto, tinha me contado que as pessoas da sociedade curitibana estavam preferindo as notícias divulgadas através da “coluna virtual” em vez dos tradicionais jornais e revistas. Só agora estou percebendo que, efetivamente, os “blogs” têm um alcance instantâneo e global através da internet. E assim, graças às pesquisas que você fazia através do seu computador, casualmente descobriu a notícia divulgada pela Iza, e estamos agora, eu e você, podendo manter este interessantíssimo contato.

    Sim, seu bisavô Guilherme José Alves Souto (o 10º filho dos Viscondes de Souto), era irmão do meu bisavô e de Lúcia Helena, Francisco José Alves Souto (o 6º filho dos Viscondes de Souto). No sumário do livro que estamos escrevendo, ao final da biografia, elaboramos um quadro a respeito dos descendentes dos Viscondes, outro grande mérito da minha prima coautora, que investigou, tão a fundo quanto possível, os 13 (talvez 14) filhos do Visconde de Souto, e seus netos.

    No tocante a Guilherme, Lúcia Helena sabia que ele era casado com Joana Rosa de Salles Oliveira (que passou a assinar “de Salles Souto”, irmã de Maria da Lapa, que se casou com meu bisavô Francisco José Alves Souto, e de Thereza Christina, que se casou com nosso tio-bisavô Manuel José Alves Souto, o 9º filho dos Viscondes. Eram, portanto, três irmãos casados com três irmãs). Mas, quanto aos filhos de Guilherme, tínhamos notícias de apenas três: Guilherme (que se casou com Alice), Eduardo (o famoso compositor de “O Despertar da Montanha”, avô do nosso conhecido também compositor Eduardo Souto Neto), e Clotilde (que teve a sua fidelíssima empregada Carminda, que foi muito menos uma empregada, e muito mais um verdadeiro anjo-da-guarda). Desconhecíamos os nomes dos demais filhos. Em nosso livro, dissemos: “Tiveram mais seis filhos, sem dados conhecidos”. Pois é você, caríssimo primo Wallace, que nos traz a lista completa! Na verdade, pensávamos que fossem 9 filhos, mas você, afortunadamente, nos informa que foram 10. Nos próximos dias trataremos de completar os nomes no nosso livro. Como vê, o nosso parentesco não é tão distante.
    Eu e Lúcia Helena teremos um enorme prazer em manter contato com você.
    Obrigado, e um grande abraço do
    Francisco Souto Neto.
    (P.S.: Descobriremos um meio de manter contato, sem que divulguemos os nossos endereços de e-mail na internet)

  10. Francisco Souto Neto

    24 de agosto de 2010 at 23:51

    Prezado Wallace!

    Tomo a liberdade de me valer pela segunda vez do blog da minha amiga Iza Zilli, para me comunicar com você. Peço que observe o 2º comentário registrado neste título, assinado pela Srª Sílvia Maria Pinheiro Grumbach, que reside no Rio. Ela é esposa de José Roberto Ponce Grumbach, que é, por sua vez, descendente de José Antônio Alves Souto (o 4º filho do Visconde de Souto) que se casou com Luíza Lima Araújo, filha do Visconde de Pirassununga – que se grafava “Piracinunga” – e neta paterna do Marquês de Olinda. Sílvia me localizou no GeneAll, e descobrimos como trocar nossos endereços de e-mail… através do Orkut. Mais tarde, em 2009, quando eu e Lúcia Helena estivemos no Rio, conhecemos o casal, que guarda precioso material, principalmente o diário do 4º filho do Visconde de Souto.

    Com base em tal experiência, fui ao Orkut e descobri que você tem naquele site uma conta vigente, embora sem uso. Acabo de deixar lá uma “mensagem privada” (só você poderá ter acesso), contendo o meu endereço de e-mail.

    Ao encerrar, agradeço uma vez mais à querida amiga Iza pela notícia que divulgou no seu blog, que continua aberto para quaisquer outros comentários ou contatos. Obrigado.

  11. Bernadete Thiel Stinglin

    29 de agosto de 2010 at 12:25

    Parabéns aos autores pela recuperação de parte da nossa história. Tenho certeza de que este trabalho minucioso será coroado de êxito e vocês conseguirão o patrocínio que merecem a fim de que a obra possa ser melhor divulgada e apreciada. Um grande abraço,

  12. Silvia Maria Pinheiro Grumbach

    21 de setembro de 2010 at 12:12

    É com grande satisfação que descubro retornando ao blog da Iza Zilli que a família está crescendo:
    Francisco Souto Neto e Lucia Helena Souto Martini, bisnetos de Francisco José Alves Souto (sexto filho do Visconde de Souto);
    José Roberto Ponce Grumbach, bisneto de José Antonio Alves Souto (quarto filho do Visconde de Souto) e
    Wallace Arinelli Espíndola Jr., bisneto de Guilherme José Alves Souto (décimo filho do Visconde de Souto).
    É o máximo !!!
    Obrigado Souto, obrigado Lucia Helena, obrigado Iza !!!

  13. Francisco Souto Neto

    30 de setembro de 2010 at 19:13

    Querida Sílvia!

    À sua lista, acima, eu gostaria de acrescentar outro ramo de descendentes:

    Rogéria de Ipanema e irmãos, que são bisnetos de Ana Maria Alves Souto (segunda filha do Visconde de Souto). A carioca Rogéria é filha do saudoso Marcello de Ipanema (1924-1993) e Cybelle de Ipanema, historiadores da imprensa e autores de inúmeros livros. No Google há muitas referências ao casal de escritores. Atualmente Cybelle de Ipanema é membro do comitê nacional da Alcar, onde representa tanto o IHGB (do qual é diretora), quanto o IHGRJ (do qual é presidente). Marcello era bisneto do Visconde de Souto e trineto do 1º Conde de Ipanema.

    E para ficar o registro, vou completar: José Roberto Ponce Grumbach, marido de Sílvia Maria Pinheiro Gumbach, é trineto do Visconde de Souto e tetraneto do Marquês de Olinda. É também trineto do senador Euzébio de Queiroz.

    Obrigado à querida amiga Iza, que está divulgando a biografia do Visconde de Souto, e proporcionando uma verdadeira “reunião em família” de ramos tão distantes! Grato, também, por este prestigioso espaço que permanece aberto a todos que se interessarem pela biografia do Visconde de Souto, que está no momento aos cuidados do nosso revisor.

  14. Luís van Zeller de Macedo

    26 de março de 2011 at 19:44

    Tendo lido com interesse o resumo da biografia em preparação do Visconde do Souto,pretendo saber se há data prevista para o seu laçamento.Sendo Português,natural do distrito do Porto, naturalidade do Visconde,não sei como poderei depois adquirir o livro. Agradeço qualquer ajuda nesse sentido.

  15. Iza Zilli

    27 de março de 2011 at 07:26

    Olá Luís
    Vou entrar em contato com o escritor, e logo respondo.
    Abs
    Luiz

  16. Iza Zilli

    27 de março de 2011 at 07:30

    Olá Luís
    Entrarei em contato com o Sr Francisco, e breve te respondo.
    Abs
    Luiz

  17. Luís van Zeller de Macedo

    27 de março de 2011 at 11:02

    Agradeço sua pronta resposta agurdando confirmação do solicitado. Meu interesse vai mais longe do que a mera curiosidade. Minha bisavó paterna se chamava Amélia Guilhermina Teixeira Mendes. Era filha de Ana Maria do Souto(irmã do Visconde do Souto) e de José Luís Teixeira Mendes. Amélia Guilhermina nasceu aí no Rio de Janeiro,onde foi batisada(N.S.Cnadelária),tendo vindo para Portugal muito nova para casar com um primo que foi meu bisavô Pedro Maria de Macedo da Cunha Coutinho.Deste casal existe hoje em Portugal larga descendencia sendo eu actualmente o representante desta família(Macedo da Cunha Coutinho).

  18. Luís van Zeller de Macedo

    16 de abril de 2011 at 16:58

    Os meus sinceros agradecimentos pelo contacto do Francisco.Prometo continuar a acompanhar deste lado do atlântico a tua página e as belisssimas entrevistas com que procuro manter-me em contacto com uma realidade tão distante e ao mesmo tempo tão proxima da nossa.Na minha opinião é fundamental manter viva, a comunidade de lingua portuguesa espalhada pelo mundo. Não posso ficar indiferente ao ouvir os Brasileiros falarem o delicioso português ,,como fico emocionado ao ouvir um Timorense ou um Cabo Verdiano,um Angolano ou um Moçambicano, expressar-se na nossa lingua comum. È uma riqueza que não tem preço e que é urgente potenciar.Somos como é sabido muitos milhões a falar portugues por esse mundo fora.Uma realidade incomtestada e incontestavel que temos que fazer valer ,não só económicamente mas também culturalmente
    Luís
    Luís

  19. Ney

    19 de setembro de 2013 at 08:53

    O senhor conseguiu fotos da Rua Ibituruna, antigo casarão do Visconde? Onde hoje é a UVA?

  20. Vera Macieira

    27 de dezembro de 2013 at 09:03

    Ao assistir o programa Detetives da História, transmitido pelo canal History, fiquei encantada com a história do Visconde do Souto e seu zoológico particular. Adoro a historia do Rio antigo e fiquei muito curiosa para saber mais detalhes sobre esse homem ilustre que ainda não conhecia. Espero que o livro seja publicado o mais breve possível para que possa aumentar ainda mais meu conhecimento do assunto e tê-lo em minha coleção. Parabéns a vocês pelo lindo trabalho de pesquisa histórica que vocês estão desenvolvendo, trazendo ao conhecimento de todos mais um pedaço da História do Rio que não pode ser esquecido. Um grande abraço.

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